publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 06 Dezembro , 2010, 21:41

 

 

O “politicamente correcto” diz que não há mudanças, só ajustes. Diz que só valem os números e a imagem, que a palavra e as ideias são carcaças de museu. O “politicamente correcto” diz que a política é “um assunto lá deles”, que “não vale a pena”, que “isto é sempre a mesma coisa”. O “politicamente correcto” diz que a juventude já nasce velha e cínica, que Portugal nunca sairá da cepa torta, que o sonho não move montanhas, que não está nas nossas mãos mudar o mundo...

 

É preciso lutar contra isto – estas reticências, estes paninhos quentes, esta indiferença. Lutar contra os chavões que trancam o país, lutar contra os silêncios “não-ideológicos” que configuram verdadeiros “pecados por omissão”. Lutar contra o “politicamente correcto” que põe as convicções entre parêntesis em nome de acalmias abstractas e envenenados consensos. Estamos muito para lá da fase da negação. Temos de nos confrontar com a realidade no terreno e com a realidade das ideias e ousar formas de transformar positivamente esta nossa história, este nosso projecto comum chamado Portugal.

 

Manuel Alegre garante que a política é sinónimo de cidadania. Que haverá na presidência alguém comprometido com a democracia e com os direitos sociais que lhe dão conteúdo. A candidatura de Manuel Alegre é um compromisso com a liberdade e com a igualdade. É um espaço onde nos encontramos, com percursos diferentes, em nome de um país mais justo e mais solidário. É um espaço de inclusão.

 

Não queremos ser a geração “nem direitos, nem emprego”. A candidatura de Manuel Alegre é a garantia de uma voz firme na defesa de uma vida justa, de um trabalho digno, que não aceita que o desemprego seja uma fatalidade e que a precariedade seja o único destino possível para a nossa geração. É um movimento que põe em causa os fatalismos de uma economia do medo e da pobreza e que não aceita esperar pelo futuro em vez de o transformar. Que sabe que a nossa vida é agora.

 

Estamos na candidatura de Manuel Alegre porque não temos saudades do passado. Queremos na presidência alguém sintonizado com o nosso tempo, que saiba que os direitos das minorias não são menores. Que valoriza a autodeterminação, que convive bem com a diversidade das escolhas de cada um sobre a sua vida. Que respeita a diferença e que é uma garantia de um país decente, porque respeitador das escolhas de todos.

 

Encontramo-nos na candidatura de Manuel Alegre porque um país justo não exclui ninguém do direito ao emprego, à saúde, à educação, à cultura. Porque este movimento é a garantia de um Estado social que não abandona ninguém. Porque com Manuel Alegre sabemos que a escola pública está aberta a todos, que os serviços públicos serão defendidos como condição da liberdade de cada um.

 

Apoiamos Manuel Alegre porque somos cidadãos do mundo e da Europa. Porque vemos esse território para além do limite estreito dos contabilistas, do discurso único e da ausência de soluções. Queremos poder orgulhar-nos de ter um presidente aberto às culturas, com voz própria por uma Europa da cidadania, do crescimento e da solidariedade. Um presidente que vê na cooperação entre os povos e na paz o único caminho para uma ordem mundial onde as armas não sejam as primeiras a falar.

 

Apoiamos Manuel Alegre porque queremos dar um novo sentido à política, actividade de todos. Porque é num contexto de crise que precisamos de voltar a colocar as pessoas no centro do debate, as nossas vidas, a política como o terreno privilegiado das escolhas e da capacidade de mudar. Apoiamos Manuel Alegre porque queremos que a esperança seja devolvida aos cidadãos e sabemos que o nosso país não é inviável. Porque num País que quer derrotar a resignação, Manuel Alegre é um lutador e tem um percurso de coerência, de ética republicana e de serviço público. E sobretudo porque é urgente começar a lutar hoje por um futuro mais exigente e mais justo. Lutar pela possibilidade de uma nova visão, uma visão de novas possibilidades para todos e cada um. Sim, não tenhamos medo das palavras. Queremos, de novo, um país novo

 

Por tudo isto – porque precisamos de um Presidente que represente este espírito de interrogação crítica, que transporte esta visão positiva de mudança –, apoiamos Manuel Alegre. Votamos em Manuel Alegre, votamos na mudança. 

 

Subscreve o nosso manifesto com o teu nome, idade e ocupação para umpaisnovo@gmail.com 

 

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Hino Nacional
"A Portuguesa"




“Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa hu-
mana e na vontade popular e empen-
hada na construção de uma socieda-
de livre, justa e solidária”.
(Constituição Rep. Portuguesa-art.1º)

«O melhor que a história nos pode dar
é suscitar o nosso entusiasmo»
(Goethe).


gondomaralegre2011@sapo.pt
gondomaralegre2011@gmail.com



Biografia de Manuel Alegre





Estrutura da Candidatura

Apoiantes de Manuel Alegre











1


2


3


4


5


6


7


8


9


10


11


12


13






António Arnaut



Carlos Brito



Isabel Castro



José Niza



Toni



André Freire

Hino da Campanha



LIVRE E FRATERNO PORTUGAL


Voltar a acreditar neste País
Voltarmos a regar nossa raiz
Voltarmos a sorrir
Sem nuvens a tapar
O sol que vai brilhar no nosso olhar.

Voltar a inventar este lugar
Viver de novo a vida sem esperar
Sonhar o velho sonho
Que temos adiado
E ver este País a acordar.

Livre e Fraterno Portugal
Justo e Alegre Portugal
País feito do mar,
País feito do amor,
País do nosso sonho
Portugal

Voltarmos a cantar este País
Que espera para voltar a ser feliz
Que a Praça da Canção
Não seja uma ilusão
E possa ser refrão dentro de nós.

Livre e Fraterno Portugal
Justo e Alegre Portugal
País feito do mar,
País feito do amor,
País do nosso sonho
Portugal



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