publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 11 Novembro , 2010, 23:43

 

 

 “Esta candidatura tem de ser de inclusão, tem de servir para unir, somar e crescer. Se nos unirmos, se nos mobilizarmos, se acreditarmos, a vitória é possível.”

 

Manuel Alegre

 

 

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publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 11 Novembro , 2010, 23:26

 

 “O papel dos sindicatos no nosso país e na Europa é mais importante do que nunca” afirmou Manuel Alegre esta tarde no encerramento do IX Congresso da Tendência Sindical Socialista da CGTP, onde foi calorosamente recebido, porque “é preciso fazer frente a esta ofensiva” em toda a Europa contra os direitos sociais, que “custaram o sacrifício de tantas gerações”. O candidato considerou que a greve geral “vai ser um momento de grande significado sindical, político e democrático” e criticou o facto de ninguém ter perguntado “ao candidato Cavaco Silva nem a nenhum outro candidato qual era a sua posição sobre a greve”.

 

Antes Manuel Alegre tinha explanado as razões da crise, desde as causas externas e europeias às razões nacionais. Para o candidato, “não nos libertaremos dos credores se não mudarmos o nosso modelo de desenvolvimento”, mas há duas maneiras de o fazer e de aumentar a nossa competitividade: “a direita quer a competitividade da economia com a flexibilização, baixando os custos do trabalho, com os despedimentos”. E “há outra maneira”, defendeu, “através da incorporação do saber, através da inovação tecnológica, mas também da inovação social”. Porque "nós não sairemos desta crise sem novas soluções, sem novos caminhos, sem mudar de paradigma e sem alternativas económicas e sociais", disse ainda Manuel Alegre.

 

Preocupado com a precariedade que afecta a juventude, Alegre afirmou que “não podemos congelar o futuro da juventude”. “É muito grave”, disse, “mesmo numa situação de necessidade, que se congelem pensões. Mas pior do que isso é congelar o futuro”. Para o candidato “a batalha mais importante” é “mudar as condições concretas de vida” para que os jovens “possam ter lugar no futuro”.

 

“Imaginem o que seria, interpelou Manuel Alegre, “num momento de crise como aquele que estamos a viver, os portugueses terem de pagar a escola para onde vão os seus filhos”, ou “terem de pagar um seguro privado para poderem ir à consulta”, exemplificou, para defender o imperativo de lutar pelos direitos sociais.

 

E isso é também o que, para o candidato, está em causa nas eleições presidenciais. “É preciso que todos percebam que o futuro político do país não se vai decidir em Maio, Abril ou Junho”, disse, mas sim nas eleições presidenciais de 23 de Janeiro. “Se eu chegar a Belém, disse ainda, “comigo chegarão os sindicalistas” e “os representantes dos trabalhadores”. “É por esses sobretudo, e pela juventude”, frisou, “que eu me candidato à Presidência da República”.

 

 

Retirado daqui

 

 


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