publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 23:22

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

 

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 21:37

Manuel Alegre em Fornos de Algodres

 

 

 

 

Manuel Alegre defendeu hoje que é “altura de fazer uma reflexão sensata e profunda sobre a urgência da regionalização”. Num almoço em Fornos de Algodres, o candidato acusou ainda Cavaco Silva de arrogância e “falta de respeito pelos eleitores” por se recusar a esclarecer as notícias “mais complicadas” publicadas a seu respeito.

 

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publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 21:36

Os cartazes de Manuel Alegre nas ruas, há cinco anos, tinham apenas as palavras "Livre, justo, fraterno" - a descrição idealizada do país, tal como aparece desejada no preâmbulo da Constituição, redigido pelo próprio Manuel Alegre.

 

Esta escolha era puro Manuel Alegre. Pelo gosto de palavras que eram belas, mas não apenas isso; concretas e mobilizadores. E sobretudo por que nenhum marqueteiro, nenhum diretor de campanha, o aconselharia jamais a fazer um cartaz assim, tão desformatado dos códigos publicitários. Manuel Alegre acreditava na palavra livre, na palavra justo, e na palavra fraterno - não um acreditar de fé, mas um acreditar de conhecer aquelas palavras por dentro e saber o que elas podem fazer.

 

Teimosamente, insistiu. Teve vinte por cento.

 

A primeira palavra, livre. Alegre viveu-a quando era difícil - na ditadura que os melhores do seu tempo combateram. Mas não a esqueceu quando teria sido fácil - na democracia, quando teria sido fácil institucionalizar-se e acomodar-se. Ao insistir na sua liberdade exasperava partidos, governos e líderes - principalmente os seus - e deliciava cidadãos. Mesmo quando não concordam com Manuel Alegre, as pessoas respeitam Manuel Alegre. A liberdade dele também nos faz mais livres a nós.

 

A segunda palavra, justo, dirige-se à grande maldição nacional. Este é um país desigual, difícil, que desanima os mais fracos, e depois nos desilude a todos. Há mais do que uma maneira de ver esta injustiça: como sintoma ou como causa. Os que defendem que a injustiça é um mero sintoma acham que podem sempre adiar o problema para depois do crescimento, e para depois do défice, e para finalmente nunca. Mas a injustiça é a causa do nosso atraso - ela é, na verdade, o nosso atraso.

 

Uma sociedade com oportunidades mais bem repartidas encontra mais soluções para os seus problemas, incluindo para os problemas individuais, porque as encontra juntas. Esse é, talvez, o significado da terceira palavra - fraterno.

 

Cada uma destas palavras é, como vemos, muito mais do que apenas uma palavra. E feliz seria Portugal se pudesse ser nada mais que estas palavras.

Já muitas vezes votei no candidato menos mau, e não me envergonho disso. Mas desta vez tenho a sorte de votar num candidato de quem gosto - tendo-o visto apenas uma vez e não trocado mais que uma tímida palavra com ele - e por quem sinto verdadeira admiração.

 

Acrescento três coisas que me fazem apreciar mais ainda Manuel Alegre.

 

Uma, que perante incompreensões de parte a parte, não desiste de fazer pontes entre os partidos desavindos da esquerda portuguesa. O povo de esquerda, mais sensato que os seus dirigentes, agradece-lhe.

 

A segunda, que é o único candidato a ter uma visão exigente da Europa. Uma visão construtiva, idealista até, mas consciente de que a Europa como está agora é uma irresponsabilidade.

 

A terceira, que tem idiossincrasias. Fulano não gosta de Alegre pela caça, o outro pela poesia. Para um ele é de esquerda a mais, para outro muito centrista, para outro ainda tem laivos de conservador. Alegre respeita isso tudo, e ao mesmo tempo não liga nada a isso, limitando-se a ser como é (só vejo outro político português assim; ironicamente, é Mário Soares).

 

Era de Manuel Alegre a voz que deu esperança aos meus pais durante a ditadura. E eram de Manuel Alegre as palavras que no preâmbulo da Constituição começaram o desenho de um país democrático. Espero que tenhamos a voz e as palavras de Manuel Alegre durante muito tempo, chegando muito longe - e como Presidente da República.

 

Rui Tavares

in Público

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 18:01

As sondagens são, como se sabe, enganosas. Aliás, elas são importantes sobretudo porque – mesmo que sejam tendenciosas e manipuladas como muitas vezes acontece – conseguem induzir a convicção de uma vitória ou de uma inevitável derrota entre as hostes de cada candidatura e do eleitorado. Não está escrito nas estrelas, nem mesmo se pode deduzir da análise desta campanha, que Cavaco Silva ganhe já no dia 23. As flutuações de votos entre diferentes bases eleitorais serão, sem dúvida, significativas. Mas era bom que os candidatos da esquerda (mais Nobre) conseguissem fixar os seus potenciais eleitores. O resultado é sempre fruto da conjugação entre sensibilidades contrárias, sendo certo que algumas delas podem anular-se mutuamente no acto eleitoral e fazer aumentar a abstenção para níveis inesperados. Mas, por outro lado, a capacidade de mover confluências e de criar laços entre forças politicas contrárias pode fazer potenciar a votação no candidato aglutinador da esquerda.

 

Em todo o caso, é previsível nesta eleição que, primeiro: haja forte abstenção à direita e à esquerda; segundo: Cavaco tire obviamente a vantagem do poder e de uma imagem sorumbática que (infelizmente) muitos portugueses confundem com "autoridade" ou "seriedade"; terceiro: que Alegre beneficie dos apoios de dois partidos que se digladiam no Parlamento e na política, mas cujas bases eleitorais se revêem nos valores e políticas da esquerda (em especial a defesa do Estado social). O facto de Manuel Alegre estar agora no centro de um leque tão divergente de protagonistas – aliás, agravado com a exposição mediática dos líderes do BE e do PS nos últimos dias da campanha – pode ser interpretado pelo eleitorado como a prova de que Alegre é de facto potenciador de consensos. E isso estimular os votantes anti-Cavaco.

 

Estou convencido de que a possibilidade de uma segunda volta está em aberto. Tudo depende de como se comportarem os candidatos nesta recta final. É visível que Cavaco está nervoso e que começa a fazer disparates mais frequentemente. Num dia aparece em sintonia com o Governo, no dia seguinte dramatiza com a gravidade da crise. Num momento veste a pele de Presidente, logo a seguir a de líder da direita; num dia defende os pobres no outro aplaude os sacrossantos mercados. A forma como a austeridade for conotada mais com Cavaco ou mais com o Governo pode atingir negativamente um ou outro. Porém, se todos aqueles que não querem mais Cavaco na presidência e também não se identifiquem com Alegre forem votar no dia 23, em qualquer um dos candidatos alternativos, teremos certamente uma segunda volta. São esses que farão a diferença, pois o grande combate é agora contra a abstenção à esquerda.

 

E todos os argumentos são importantes para mobilizar os nossos amigos para votar nestas presidenciais.

 

Elísio Estanque

  

Retirado daqui

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 13:59

 

RTP

RTP1: 19h00-19h03
RTP2: 20h00-20h03
RTP AFRICA: 19h00-19h03
RTPI: 19h45-19h48
RTP AÇORES: 19h40-19h43 hora local
RTP MADEIRA: 20h45-20h48


SIC: 19h09-19h12

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 13:58

10h30- Recepção na Câmara Municipal de Campo Maior

 

10h30 - CERCIG - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados, Guarda


12h00 - Visita à Feira de Trancoso, Guarda


13h30 - Almoço com apoiantes, Quinta das Courelas, Fornos de Algodres

 

15h30 - Visita à Escola Profissional da Serra da Estrela, Seia

 

17h15 - Contacto com a população, Praça da República, Viseu


21h00 - Comício no Auditório do Instituto Politécnico de Viseu

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 10:16

  

Voto, e apelo ao voto, em Manuel Alegre nas próximas eleições, não por razões de disciplina partidária, mas por convicção.

 

As próximas eleições são, mais uma vez, um combate entre esquerda e direita, e eu sempre soube de que lado estou. Do lado da esquerda. O meu voto em Manuel Alegre é o voto no candidato que, do lado da esquerda democrática, está melhor colocado para chegar à segunda volta e nela derrotar o candidato da direita. Anda por aí a ideia de que do lado da direita há um candidato economista, especialista em contabilidade, e do lado da esquerda há um candidato poeta. Em matéria de competência económica e contabilística do candidato da direita, o BPN e os mais de dez anos de governação cavaquista, falam por si. Na nossa Historia de nove séculos não há memória para um único economista, muito menos contabilista. Enquanto em matéria de poetas é importante lembrar que somos o único povo no mundo que escolheu como figura nacional, a quem atribuímos o dia de Portugal, um dos muitos poetas que admiramos.

 

Nesta hora difícil que atravessamos, voto Manuel Alegre também pelo espírito da "Trova do vento que passa" e da "Senhora das tempestades". Bem precisamos desse espírito nesta hora difícil.

 

João Soares

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 09:41

Manuel Alegre no comício em Castelo Branco

 

 

 

 

 Manuel Alegre agradeceu hoje o “inequívoco apoio” do Partido Socialista num comício em castelo branco, com a presença do secretário-geral do PS, manifestando a convicção que “a esquerda tem força e capacidade para derrotar Cavaco Silva”. José Sócrates, por sua vez, manifestou-se convicto de que Manuel Alegre irá unir os portugueses e será um “garante da estabilidade política” e que “lutará pela cooperação institucional”.

 

“É para mim um momento de grande alegria e de grande alento ter aqui hoje o apoio claro, inequívoco, do secretário-geral do meu partido, o meu amigo e camarada José Sócrates”, disse Manuel Alegre esta noite em Castelo Branco num comício de grande mobilização e entusiasmo que juntou mais de um milhar de pessoas. O candidato manifestou ainda o seu “orgulho” por contar com o apoio de outras forças políticas, como o Bloco de Esquerda, e de muitos cidadãos e cidadãs independentes e movimentos cívicos.

 

“Mas não esperem, a começar por José Sócrates, que seja Presidente para fazer ou desfazer governos”, avisou, “ao contrário dos dois partidos que estão à espera de eleger um candidato que lhes abra as portas do poder”, acrescentou Manuel Alegre. Ao contrário do “outro candidato que desde ontem passou a ser de facção”, ao levantar a “suspeição” e a “ameaça de instabilidade política”, Manuel Alegre disse admirar a “coragem e determinação” com que o Primeiro-Ministro está a defender a autonomia, declarando o seu apoio à forma como José Sócrates tem gerido a questão da crise económica e financeira em Portugal.

 

 “É preciso resistir e digo com toda a clareza, muitas vezes temos tido encontros e desencontros: eu admiro a coragem e a determinação com que José Sócrates está a defender a autonomia e a capacidade dos portugueses resolverem por si próprios os seus problemas e terá sempre o meu apoio, ele ou qualquer outro Governo que queira resolver os nossos problemas sem interferências nem ingerências de outros países”, afirmou.

 

Recordando os grandes comícios da Madeira e dos Açores, o candidato afirmou ainda que a acção de campanha desta noite “confirma a possibilidade” de haver uma segunda volta, e depois conseguir ganhar as eleições presidenciais. Para Manuel Alegre, “a esquerda tem força e tem capacidade para derrotar Cavaco Silva”, considerando que é “hora de unir, somar e mobilizar”.

 

No seu discurso, José Sócrates salientou os valores que unem os socialistas e a candidatura Manuel Alegre, sublinhando a sua visão progressista dos poderes presidenciais e a abertura à mudança. Admitindo as divergências políticas que teve com Manuel Alegre, o secretário-geral do PS afirmou que “isso não impediu de convergir na luta por um país mais próspero e moderno, mais justo e solidário”, manifestando-se convicto de que será um “garante da estabilidade política” e que “lutará pela cooperação institucional”.

 

retirado daqui

 


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