publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 22:50

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

  

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 21:39

Eis alguns dos muitos Jovens gondomarenses que apoiam a candidatura do poeta Manuel Alegre para Presidente da República. Junta-te a nós.

  

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 18:25

"Só que apenas um, Manuel Alegre, se candidata "pela igual liberdade de homens e mulheres" e considera "a igualdade de homens e mulheres uma prioridade da organização social"."

 

 

Viver numa República que é um Estado de direito democrático é, cada vez mais, um bem sem preço. Porque nos garante que a ninguém é reconhecido o direito de se considerar acima das outras pessoas, nos assegura a liberdade individual e colectiva e permite a criação de condições para o seu exercício, em igualdade, por todas e todos nós. Cumprir a nossa parte neste contrato de cidadania é, cada vez mais, assegurar que esse bem terá futuro e será legado às gerações que nos sucedam. O voto é a voz que temos. E todos valem o mesmo, já que os votos não se pesam, mas se contam.

 

 

Manuel Alegre garante o primado das pessoas, reforça a cidadania democrática nas suas várias dimensões e coloca a sua acção como Presidente da República no coração da justiça. O que o coloca, entre todos os candidatos, na melhor posição para cumprir o desígnio que o preâmbulo da Constituição atribuiu a Portugal: um País livre, justo e solidário. Um País que, se lhe der a vitória, terá com o Ano Novo condições de facto para uma Vida Nova.

 

Maria do Céu Cunha Rego

in Público

 

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publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 17:15

 

 

SIC : 19h12-19h15

 

TVI : 19h03-19h06

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 13:48


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 12:21

Estamos na recta final da campanha presidencial.

 

Forçar uma segunda volta e derrotar Cavaco Silva, mais do que um objectivo ao nosso alcance, é uma obrigação daqueles que perfilham os ideais da democracia e da justiça social. Por isso, mais do que nunca é necessário um esforço suplementar de todos os socialistas, de todos os democratas.

 

Porque nesta eleição não está apenas em causa a eleição de um Presidente da Republica, o que está em causa é muito mais que isso, é uma disputa ideológica, é a garantia de uma democracia plena, é a estabilidade política e é sobretudo o futuro de Portugal e dos Portugueses.

  

Nesta eleição está em causa a opção clara e inequívoca por uma visão positiva do nosso futuro colectivo, uma visão de esperança, uma cultura de responsabilidade e de determinação, contra uma direita a puxar o País para baixo, ansiosa pela entrada do FMI – o cavalo de Tróia dos interesses financeiros internacionais – para executar as políticas que não é capaz de colocar ao sufrágio dos Portugueses, uma direita incapaz de governar Portugal numa situação difícil e desejosa de encontrar parceiros internacionais para destruir o Estado Social, pondo em causa direitos consolidados dos Portugueses.

 

Nesta eleição está em causa a opção clara e inequívoca por uma visão de democracia plena e não apenas formal, uma democracia onde exista igualdade de oportunidades para todos, uma democracia em liberdade, uma democracia económica, social e cultural, uma democracia que afirme Portugal no mundo, que puxe pelo orgulho e patriotismo dos Portugueses, e saiba defender o prestígio de Portugal no plano internacional, contra uma direita dos interesses, contra o neoliberalismo e contra uma visão europeia egoísta, mesquinha e xenófoba.

 

Esta é a hora de elegermos um Presidente da República que fale claro e com verdade aos Portugueses, que garanta a estabilidade do Governo legítimo e patriótico de Portugal, contra um Presidente e uma direita que têm uma estratégia e uma agenda escondida – a destruição do estado social – para que os sectores financeiros, que foram o grande responsável pela actual crise mundial, venham a ser os seus principais beneficiários.

 

Por isso, apelo à mobilização dos socialistas do distrito, apelo à sua participação no Comício de encerramento da Campanha na próxima sexta-feira, dia 21, pelas 21h00, no Pavilhão do Académico (junto ao Marquês) – Porto.

 

O Presidente da Federação Distrital do Porto do PS 

Renato Sampaio

  

  

 

 

 

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publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 12:13

O PR não tem competências em política económica e prometer mudanças nesse domínio a partir da presidência é um logro

 

Cavaco Silva apresenta os seus conhecimentos e experiência em matéria de economia e finanças como um dos seus principais trunfos. Os seus apoiantes procuram apoucar os outros candidatos pela suposta falta de conhecimentos naquelas áreas. Por isso, vale a pena discutir as competências dos candidatos nestas matérias e problematizar a sua necessidade para a função presidencial.

 

Durante as maiorias absolutas de Cavaco, tivemos alguns dos períodos da era democrática com maior crescimento económico, foram lançadas infra-estruturas fundamentais para o país, expandiu-se o ensino superior, etc. Mas este foi um período de "vacas gordas": o Governo do bloco central (1983-85) tinha feito o "trabalho sujo" de endireitar as contas públicas que a Aliança Democrática (AD) tanto tinha contribuído para desequilibrar; o petróleo e o dólar fixavam-se em preços baixos e, como a nossa factura energética é paga em dólares, tudo isso ajudava a economia; finalmente, generosos fundos da CEE ajudavam ao crescimento. Mas Cavaco e a sua política expansionista à frente do Ministério das Finanças do VI Governo constitucional (AD) foram também responsáveis pela segunda intervenção do FMI (1983): devido a ter suavizado as medidas de austeridade negociadas no âmbito do primeiro acordo com o FMI (1978), devido a uma política fiscal e monetária laxista (o escudo foi revalorizado em 6 por cento), e a aumentos de salários da ordem dos 20 por cento, etc. Tudo somado, no final dos consulados da AD, a situação tinha-se deteriorado e, em 1983, o FMI estava cá de novo para mais um programa de austeridade. Resumindo: enquanto o Cavaco das "vacas gordas" está associado a crescimento económico, o Cavaco dos tempos difíceis está associado a uma gestão eleitoralista do ciclo económico e, consequentemente, à segunda vinda do FMI.


Mais tarde, em 2006, Cavaco prometia aos portugueses algo que nunca poderia cumprir porque o PR não tem competências executivas: apresentando-se como o candidato que melhor conhecia os dossiês económicos, prometia "não se resignar" e contribuir para a melhoria da performance macroeconómica do país. Porém, entretanto veio a maior crise económica mundial desde 1929 e a situação deteriorou-se muito. Mas, ao declarar-se PR recandidato, Cavaco veio dizer que, primeiro, tudo o que correu bem foi porque ele estava atento e vigilante; segundo, tudo o que correu mal foi porque os seus conselhos não foram escutados; terceiro, por tudo isso precisaremos de novo do seu know-how. Porém, exceptuando algumas mensagens inconsequentes desde que a crise rebentou, a verdade é que Cavaco praticamente não discordou da política económica do Governo PS: só assim se compreende que nunca tenha usado o veto (nem pedidos de fiscalização da constitucionalidade) em matérias socioeconómicas.


É óbvio que o PR não tem competências em política económica e, portanto, prometer mudanças nesse domínio a partir da presidência é um logro. Mas, por outro lado, Cavaco não pode isentar-se completamente de culpas: exceptuando algumas mensagens inconsequentes, nunca usou os seus poderes para exprimir divergências face à maioria governamental neste domínio. Acresce que evidencia um fascínio patético e oco com os títulos académicos esta ideia de que temos de ter nos mais altos cargos políticos da nação um economista para que a economia portuguesa funcione bem: se fosse assim, o Presidente Lula, um ex-operário e ex-sindicalista sem formação superior, nunca poderia ter levado o Brasil aonde levou nos seus dois mandatos; nem o jurista Obama poderia ser Presidente dos EUA, etc, etc, etc.


Seja na presidência da república, seja na chefia do Governo, do que se precisa mesmo é de políticos que tenham uma visão estruturada e consistente para o futuro do país (na economia como em vários outros domínios), e sobre as formas mais adequadas e realistas de o alcançar. Tudo o resto resolve-se com conselheiros competentes e leais nos vários domínios da governação. Ora aquilo que vai estar em jogo nas próximas eleições presidenciais são duas visões alternativas do futuro do país e das políticas socioeconómicas mais adequadas para as alcançar. De um lado, temos Cavaco, apoiado pela direita e pelos grandes interesses económicos (os banqueiros, os homens do "Compromisso Portugal"), que vê o equilibrio das contas públicas e o problema da dívida pública como o alfa e o omega dos problemas do país. Esta visão está ainda associada à ideia de que o Estado social é um fardo para a economia e que, portanto, deve ser mínimo e protagonizado fundamentalmente pelas instituições privadas de solidariedade social. Mas há uma visão alternativa, em larga medida protagonizada por Alegre e defendida por economistas mais alinhados à esquerda (Maria João Rodrigues, João Ferreira do Amaral, José Reis, etc.), muitos deles apoiantes deste candidato. Para esta visão, o equilíbrio das contas públicas e o problema da dívida são importantes, mas os principais problemas são o défice comercial externo e o fraco crescimento económico. E, para resolver estes problemas, é preciso mudar o padrão de especialização da economia (para mais capital intensivo, com mais incorporação tecnológica, com uma mão-de-obra mais qualificada e mais virada para a exportação de bens transaccionáveis), reduzir a factura energética e apostar em políticas viradas para o crescimento económico mas com a solidariedade social como um esteio essencial. Creio que a segunda visão é a que melhor serve os interesses do país. Mais, embora o PR não governe, pode influenciar e moderar a acção do Governo; logo, a acção de alguém mais próximo da segunda visão será especialmente necessária na presidência se e quando a direita regressar ao poder para aplicar (com o respaldo do FMI?) o programa vincadamente liberal que já assumiu.

 

André Freire,

in Público

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 11:57


12h00 – Visita à Santa Casa da Misericórdia de Bragança, Bragança


13h00 – Almoço com apoiantes no Restaurante Geadas, Bragança


16h00 – Contactos com a população no Largo do Anjo, Chaves


21h00 - Comício no Grande Auditório do Teatro de Vila Real


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publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 11:38

Uma das divergências fundamentais entre Manuel Alegre e Cavaco Silva tem a ver com a defesa do Estado Social.

 

Cavaco Silva cita a sua simpatia pelas Misericórdias e pelas IPSS e acções como a distribuição de restos de refeições dos restaurantes, mas nunca diz defender a escola pública, o Serviço Nacional de Saúde, a Segurança Social pública, ou a proibição constitucional dos despedimentos sem justa causa, tudo isto posto em causa pelo projecto de revisão constitucional de PSD, o seu principal apoio político.

 

Falemos claro: em Portugal existam diversas manifestações do que Boaventura Sousa Santos qualificou de sociedade providência, iniciativas individuais e colectivas de entreajuda ou de solidariedade, muitas vezes inspiradas pela Igreja Católica, que Manuel Alegre considera importantíssimas, como o afirmou na visita à Caritas Portuguesa.

 

Nada disto se confunde ou substitui a defesa do Estado Social, que tem vindo a ser construído arduamente nos últimos trinta e cinco anos num contexto económico difícil, através de um conjunto de políticas sociais sem paralelo na história portuguesa. Estado Social significa direitos sociais para os cidadãos, a garantia de que a sua contribuição fiscal e para a segurança social, lhes conferem direitos por parte do Estado, de que são exemplo, o acesso à educação através da escola pública, o direito à saúde através do Serviço Nacional de Saúde, o direito à Segurança Social pública.

 

Tudo o que construímos não nos faz esquecer os novos desafios que as transformações demográficas, a pós-industrialização e a precariedade colocam e a necessidade de novas respostas que assegurem sustentabilidade e uma maior equidade.

 

Manuel Alegre é a garantia para todos os cidadãos que não será cúmplice ou espectador da destruição do Estado Social. Será fiel ao juramento de defender a Constituição da República, que consagra os fundamentos do Estado Social e não permitirá a sua destruição, utilizando os poderes que lhe serão confiados.

 

O valor do Estado Social, como o da saúde, só se percebe, por vezes tragicamente, quando se perde.

 

JOSÉ LEITÃO

 

Retirado daqui

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 11:05

Manuel Alegre em Viana do Castelo

“Não estou apenas a lutar contra um adversário político”, afirmou Manuel Alegre esta noite em Viana do Castelo. “Este é um combate contra grandes interesses nacionais e não nacionais” que querem “tomar conta da saúde, da escola pública, da segurança social pública, através das seguradoras” e “fazer baixar os custos de produção eliminando o conceito de justa causa”. Para isso, alertou Manuel Alegre, “precisam de um Presidente complacente e, até certo ponto, com alguma cumplicidade com esses grandes interesses” que se revela através do “silêncio perante o ataque dos especuladores contra a nossa economia e o nosso país”.


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publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 08:10

Manuel Alegre acolhido por multidão em Baião

 

  

 

Depois da calorosa recepção da manhã em Matosinhos, de tarde foi a vez de Baião mostrar o seu apoio a Manuel Alegre com centenas de pessoas que se juntaram no largo da Câmara para acolher com entusiasmo o candidato. Em mais uma festa, ao som dos bombos e acórdeons, o candidato subiu a rua até um restaurante da terra onde se improvisou um convívio-comício. Mais tarde, o candidato acusou o ainda Presidente de estar a demonstrar “algum nervosismo e alguma perturbação” ao afirmar que no Domingo os eleitores irão responder à campanha de “calúnias” e “insinuações” que diz ter sido montada contra si.

 

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publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 08:07

No dia em que Manuel Alegre recebeu dos pescadores na praia de Angeiras a réplica de um barco de pesca com o seu nome, deixamos aqui um dos poemas do Livro do Pescador de Manuel Alegre.



Sétimo poema do pescador


Como estrela cadente
como pedra rolando
na corrente
como lua caindo por detrás das dunas
como revérbero nas águas como reflexo
como um foco na noite
como um cigarro uma lanterna um astro
como escamas luzindo no canal
como o resto de um rasto
como um rastro
como um sinal: nada mais do que um sinal
uma luz a acender e a apagar.
Ou eu
a pescar.


De "O livro do Pescador" incluído em "A Senhora das Tempestades", 1998



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publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 07:58

Manuel Alegre em Matosinhos

  

 

 

Matosinhos ficará para a história da campanha de Manuel Alegre como um porto amigo, oferecendo ao candidato a recepção até aqui mais calorosa deste combate eleitoral. Muita música, muito bombo a tocar o ritmo, a festa começou ainda antes da chegada do candidato, com uma prenda dos pescadores à sua espera: um barco com o nome de Manuel Alegre para, contra ventos e marés, o guiar até à vitória.

 

Quando chegou, Manuel Alegre, acompanhado do Presidente da Câmara, Guilherme Pinto, viu-se rodedado de populares a tentarem "furar" o grupo de jornalistas. Formado um comboio em que Alberto Martins, ministro da Justiça, se viu incluído em pé de dança, a cidade não se poupou à festa.

 

Alegre visitou depois o Mercado de Angeiras, recebendo uma caixa de camarão e efusivos cumprimentos dos feirantes, continuando dentro de portas as simpáticas manifestações de apoio e encorajamento prestadas na rua.

 

Já na praia, o candidato comovido ergueu a réplica de um barco de pesca que lhe foi oferecido pelos pescadores. “Tem o seu nome, é o barco Manuel Alegre”. “É o barco para a vitória”, agradeceu o candidato, após o que se seguiu um passeio pelo passadiço para admirar o mar da praia de Angeiras.

 

Retirado daqui

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 07:33

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

  

  

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 07:24

A sessão de poesia  que decorreu na Biblioteca Municipal de Gaia, com a presença de meia centena de cidadãos, teve a participação da nossa querida Fina d’Armada, que não esteve presente por motivo de saúde, mas enviou mensagem e poema que transcrevemos abaixo.

Aristides Silva, um dos organizadores desta acção de cultura integrada na campanha de Manuel Alegre a Presidente, fez uma intervenção inicial, de que referimos os tópicos:

 

Manuel Alegre a Presidente!

 

- Esta Sessão de Poesia é uma actividade cultural porque MA é homem de cultura

- MA não é o candidato do PS e do BE: é apoiado por eles!

- MA é a mesma pessoa, independente, que era há 5 anos

- O ter votado algumas vezes contra o seu próprio partido é prova de independência

- Dizer que MA é o candidato do PS e do BE é falso e redutor

- MA também tem o apoio de outras organizações, mais pequenas: MIC, RC, PDA

- MA tem o apoio, como há 5 anos, de muitos independentes como nós

- Só MA seria capaz de juntar PS e BE, outra prova de independência

- Só MA seria capaz de juntar sindicalistas da UGT e CGTP, muitos da sua Comissão Executiva

- MA tem também o apoio de muitas centenas de Presidentes de Câmaras e de Juntas de todo o país

- Na sua Comissão de Honra, de mais de 2.000 pessoas, não encontrei sequer 1 banqueiro!...

- Mas encontrei muitas dezenas de empresários, comerciantes e industriais, quase todos anónimos

- Encontrei dezenas de engenheiros, arquitectos, jornalistas, militares, advogados e desportistas

- mas também funcionários públicos e operários das mais variadas profissões

- centenas de médicos e professores, porque defendem o Serviço Público de saúde e educação

- muitos economistas, que têm outra visão da economia e dos “mercados”

- largas dezenas de escritores e artistas: músicos, actores, pintores, cantores e escultores

- muitas centenas de mulheres, de todos os ramos de actividade

- Algumas destas pessoas estão aqui, hoje, em corpo e alma!

 

 

MENSAGEM de Fina d`Armada:

 

“A poesia é bom escape para uma sexta-feira à noite.

Depois, atrás da poesia, vem o encontro e reencontro de pessoas que não deixam ficar mal a ideia de que Portugal é um país de poetas.

Não é por acaso que o Dia Nacional de Portugal (10 de Junho) é consagrado,  não a uma batalha ou independência mas, a um poeta!

A poesia transmite energia positiva, que tanta falta nos faz neste ano que agora começa.”

 

A ALMA E A ASA DA LUSA GENTE

 a Manuel Alegre

 

Ele brota, ele emerge, ele vem

do fundo do tempo, da raíz da terra,

de um povo que ama seu chão sagrado.

Encarna a alma lusa, simboliza o nobre povo,

em Viriato e Camões entrelaçado.

 

Tem no sangue a liberdade, a inquietude,

a independência, a coragem, a esperança,

valores de honra, o azul, a poesia,

a justiça, o sonho e a alegria.

Seus ideais são de Abril, de Primavera.

Seu barco tem um cravo como rota

e ao vento anuncia um tempo novo.

Arauto da criação, da cultura e pensamento,

sua espada é a palavra, seja escrita ou falada,

precisa, liberta, nunca amordaçada!

Ele é parte dos montes, das rosas, das tempestades,

herdou de Viriato a resistência, a rebeldia,

a força das causas e o idealismo em cada dia.

 

Como D. Dinis, lavrou poemas;

como Camões, foi à guerra

e cantou sua Pátria, sua terra.

 

País de poetas, que em seu dia nacional

um poeta venera, em vez de batalha,

revolução ou vitória qualquer,

encontra identidade neste filho timoneiro.

Ele é farol do mar de um povo meio perdido,

farol de terra achada e por achar

que busca um horizonte eternamente.

Quem herdou de seu povo o arrojo, a brasa,

as viagens, a saudade, a rima, a asa,

a busca de sal, de rumos, doutra gente,

então que nos simbolize e represente,

seja a alma nacional poeta e livre.

 

Ele sabe aliar a sabedoria do velho e das avós,

o ideal da criança e o novo querer feminino…

Eis-nos aqui, em união, no desafio da vida e dos tempos,

para que se cumpra Portugal, sua missão e seu destino!...        

 

Fina d’Armada 

Nov.2005

 

 

PS.: Texto enviado por Aristides Silva.  

 

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