publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 22:49

“Se ainda está indeciso ou acha que não vale a pena votar. Por favor leia com atenção este texto... Porque os políticos não são todos iguais!


Pelo regresso à decência e à honradez na política, com independência e isenção, contra o clientelismo, o tráfico de influências e a corrupção,

pela confiança no valor da palavra dada,


pelo investimento no poder da cidadania e pela igualdade de oportunidades entre homens e mulheres,


por uma nova atenção aos direitos sociais consagrados na constituição,


pela clareza, transparência e igualdade no cumprimento da lei,


pelo investimento nos jovens e pela solidariedade entre as gerações,


por uma sociedade aberta e igualitária, que aposte e acarinhe o seu capital humano,

por uma cultura de inovação e qualificação,


por uma Europa com mais legitimidade política e que reforce a defesa dos interesses e da identidade nacional,


pela aposta numa diplomacia de paz nas relações internacionais e no programa de uma aliança de civilizações,


por uma pátria de modernidade e de futuro, que não despreza as suas raízes e se assume como projecto,


por um Portugal de todos e com todos, que inaugure uma corrente de afectividade e de esperança.


Não deixe que os outros decidam por si. Dia 23 VOTE.

As suas escolhas e o seu voto vão fazer a diferença.


Vote MANUEL ALEGRE


Um Homem da palavra,

um Homem de palavra. “

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 22:47

-  É um homem como nós, não é nenhum santo, nem manifesta prosápias de tio da Pátria nem de salvador impoluto.

-  Bateu-se dignamente contra o fascismo, pelos interesses de Portugal, e não por um projecto de protagonismo. Fá-lo correr o que o fazia correr aos vinte anos. Não a pungência da exibição pessoal, nem o apelo do currículo, nem o mando dos empresários do dia e da noite.

-  Como poeta, marcou uma geração, ficará na história da literatura portuguesa. É apresentável em qualquer parte do Mundo.

-  Manuel Alegre pode ser uma barreira de bom senso e independência contra o Portugal dos baixos interesses, as maltas da ganhuça. E de sã resistência contra tentações de torpedear a Constituição da República.

-  É capaz de falar com toda a gente: não suscita ódios, nem ressentimentos, não tem nada a perder, nem a ocultar, nem a abafar, nem se sente obrigado a fazer o jeito. Quando não tem razão é apenas porque avaliou mal, mas numa consciência livre e desimpedida.

-  Uma vez eleito, os eleitores resolvem um problema. Não criam um novo problema. Podem acordar descansados, porque não houve quem os traísse durante o sono.

-  Tem um compromisso com valores de civilização que supõem o respeito pelo outro.

Mário de Carvalho

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 22:43

Quero cantar por ALEGRE;
Ser de ALEGRE é que está bem;
Que tristeza por tristeza,
Já chega a que a gente tem.

A esta campanha de ALEGRE
Não vem néscio nem pançudo…
Vem o Povo, muito Povo
Que o Povo é que pode tudo.

Com ALEGRE não teremos
Promessas de letra e treta…
Essas que o Povo votou
E ficaram na gaveta.

Luta por um Mundo melhor
Um Poeta de verdade…
ALEGRE é mais que promessa
De justiça e liberdade.

Não é Poeta quem quer…
Com nobreza, com denodo;
Quantos Poetas morreram
A lutar pelo bem do Povo!

Flor de Paz, pão da vida!
Nobre Povo, sê juiz;
Dá o teu voto ao ALEGRE,
P’ra que se cumpra um País.

Aos outros já dei meu voto
E hoje sofro a traição…
ALEGRE tem boa pinta
Não me vai enganar…Não.

Desemprego, fome, injustiça
Da Pátria ensombram o rosto.
Agora, voto em ALEGRE,
Chega de engano e desgosto.

Partidos não podem ser
Cadeias para ninguém
Livre vou votar ALEGRE
Só livre serei alguém.

Chora a Pátria magoada
A flor de Abril já perdida…
ALEGRE, na Presidência,
Dar-lhe-á a cor e a vida.


Quadras de
MARIA DA CONCEIÇÃO CAMPOS
poetisa e escritora

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publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 22:36

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

 

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 18:56

 

 

RTP
RTP1 : 19h12-19h15
RTP2 : 20h12-20h15
RTP ÁFRICA : 19h12-19h15
RTPI : 19h57-20h00
RTP AÇORES : 19h52-19h55
RTP MADEIRA : 20h57-21h00

 

SIC : 19h12-19h15

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 07:32

  

  DISTRITO DO PORTO 

 

Sexta-Feira, 21 de Janeiro 

   21h00

  

o Candidato da Cidadania, da Esperança e do Futuro termina no nosso distrito a acção de campanha  eleitoral para as PRESIDENCIAIS 2011.

  

Vem apoiá-lo !

 Vem dizer-lhe que TU também acreditas
Que PORTUGAL é de e para todos!

Vem dar-lhe o calor do teu abraço!

 

 

  Encerramento da Campanha

Comício no Pavilhão do Académico

C O M P A R E C E !

 

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 07:09

 

11h00 – Contacto com população, Arcada, Avenida Central, Braga


13h00 – Almoço com apoiantes em Fafe, restaurante “Pinto da Costa”

 

14h30 – Arruada, Largo da Oliveira, Guimarães


16h00 – Homenagem a Bernardino Machado, concentração na Associação das Lameiras, Vila Nova de Famalicão


17h30 – Arruada, Largo do Município, Barcelos


19h30 – Jantar-comício, Casa do Park, Vizela

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 07:00

E porque a vida sabe sempre acontecer quando menos esperamos, eu, que sou daqueles que se revêem na Doutrina Social da Igreja, tenho a esperança, aliás, tenho a Fé de acreditar que os portugueses também irão preferir na Presidência da República um homem alegre a um homem austero.

 

Ao Povo Livre jornal do então Partido Popular Democrático (PPD), devo a minha militância social democrata. Através dele conheci os ideais de Francisco Sá Carneiro e assim vibrei com as suas sucessivas vitórias eleitorais. Anos mais tarde, contribuí para que Cavaco Silva chegasse a S. Bento e alcançássemos estabilidade política. Com Durão Barroso tive a honra de contribuir, no Governo, para restituir a dignidade aos nossos antigos combatentes.

 

Nesta minha vida política de mais de 30 anos convivi com primeiros-ministros e presidentes da República. E sei, de experiência própria, que S. Bento não é Belém.

Em Belém, precisamos de um presidente que saiba que não se pode viver sem ideias e que debate político não é insulto pessoal.

 

Em Belém, precisamos de um presidente que tenha de Portugal uma visão incompatível com qualquer forma de abdicação nacional, seja ela abdicação aos mercados financeiros ou aos especuladores internacionais.

 

Em Belém, precisamos de um presidente para quem a «atlanticidade» seja a trave mestra da nossa identidade. Atlanticidade que desde a escrita de Camões é para nós um factor de poder na cena internacional e não quem olhe apenas para Portugal como "o bom aluno europeu". Bom é não esquecer que nós sempre fomos Europa, muito antes de outros o serem.

 

Em Belém, precisamos de um presidente que fale alto e claro, que defenda patrioticamente o seu país e não quem tenha uma visão de Portugal como aquele país "quietinho" a que Pessoa chamava de pacóvio ou provinciano. Basta de termos em Belém quem goste de ser, pela gestão sistemática do silêncio uma advinha, envolta num mistério dentro de um enigma.

 

E num tempo em que parece que "ninguém sabe que coisa quer, nem ninguém conhece que alma tem, nem o que é mau nem o que é bem", precisamos em Belém de alguém que use com orgulho a palavra pátria e que, na era inevitável e irreversível da mundialização, dê a Portugal uma estratégia assente naquilo em que contamos no mundo: a História, a língua e os afectos.

 

Em Belém, precisamos de alguém que dignifique os nossos militares e que assuma, por inteiro, o papel de comandante supremo das Forças Armadas e não quem, em cinco anos de mandato, nunca tenha reunido com a Comissão Parlamentar de Defesa Nacional e que tenha deixado, a propósito da Lei de Defesa Nacional, que os quatro Chefes de Estado Maior se digladiassem na praça pública, com direito a primeira página do Expresso. Isto, um chefe de Estado nunca devia permitir. E permitiu.

 

E como a inteligência é poética e a coragem também, talvez seja por isso que Eça de Queiroz diga que Portugal prefere um homem alegre a um homem austero. E porquê? Porque este nunca deu, nunca perdoou, nunca acarinhou, nunca serviu, e aquele é generoso, dedicado, sempre com uma palavra doce, sempre com um rasgo de carinho. E Eça remata: "E por isso todos o amam, e não sei mesmo, Deus me perdoe, se Deus também não o prefere."

 

E porque a vida sabe sempre acontecer quando menos esperamos, eu, que sou daqueles que se revêem na Doutrina Social da Igreja, tenho a esperança, aliás, tenho a Fé de acreditar que os portugueses também irão preferir na Presidência da República um homem alegre a um homem austero. Para conforto das memoráveis palavras de Eça de Queiroz e para conforto de um país com nove séculos de História e que se chama Portugal.

 

 

Henrique de Freitas

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 06:56

Manuel Alegre em Vila Real

 

 

 

Manuel Alegre considerou hoje que, nas eleições presidenciais, não se trata de o eleger mas sim de eleger a democracia, pois todos os que reclamam os valores da democracia e do Estado social são candidatos à presidência da República. Num discurso em que explicou aquilo que representam as eleições do próximo Domingo, o candidato começou por dizer que veio “estragar a festa” e causar “incomodidade” àqueles que pensavam que “isto era uma coroação,o homem já lá estava”. “Mas não está, Vila Real é a prova de que não está”, disse, fazendo vibrar a sala a transbordar do Teatro da cidade ao afirmar que “isto está a dar a volta para a segunda volta”.

 

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publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 06:52

Manuel Alegre em Bragança e Chaves

 

 

Manuel Alegre manifestou em Bragança a sua preocupação com o problema das assimetrias regionais e a desertificação do interior. Num almoço com apoiantes, o candidato prometeu que, enquanto Presidente, promoverá uma profunda reflexão nacional sobre a regionalização como forma de combater as desigualdades e promover a coesão nacional. De manhã, numa visita à Santa Casa da Misericórdia, sublinhou o desempenho da “função pública” destas instituições aos que mais precisam, recusando tratar-se de “assistencialismo”.

 

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