publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 20 Janeiro , 2011, 21:14

 

 

Um banho de multidão envolveu Manuel Alegre na tradicional descida do Chiado. Ao som dos bombos, entre vivas ao candidato e palavras de ordem como “Alegre é urgente seres o nosso Presidente”, muitas centenas de pessoas acompanharam Manuel Alegre desde a Trindade, pela rua Garret e rua Augusta, até ao arco da Praça do Comércio, onde foi levantado em ombros perante a euforia da multidão. Sempre com a sua mulher, Mafalda, a seu lado e entre Almeida Santos, Presidente do PS, Carlos César, Presidente do Governo Regional dos Açores, António Costa, Presidente da Câmara de Lisboa e Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, Manuel Alegre foi saudado com muita simpatia pelos populares que passavam e outros que vinham às janelas para gritar palavras de apoio e confiança. Entre os muitos populares que acompanharam o candidato, viam-se ainda vários membros do Governo, deputados e autarcas.

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 20 Janeiro , 2011, 21:12

Manuel Alegre em Lisboa no almoço da Trindade

 

  

  

 “Demos a volta ao país e fizemos uma campanha de esperança, de confiança e de alegria, muito intensa” afirmou Manuel Alegre no almoço da Trindade. “Não estamos aqui perfilados de medo”, afirmou, parafraseando Alexandre O’Neil. “E o medo está a ser um instrumento político desta campanha”, denunciou, “o principal activo de Cavaco Silva, o medo que ele próprio inculca nos portugueses: medo que ele inflama ao qualificar a

 

nossa situação de explosiva, medo do desemprego, medo do endividamento externo, medo de todas as leis que vão no sentido da tolerância, da modernidade, das liberdades e do respeito pela diferença” recordou, arrancando uma enorme sala da palmas. Medo, finalmente, “de uma crise política grave, estou a citá-lo, que ele próprio anunciou que iria provocar dissolvendo a Assembleia da República e abrindo as portas aos dois partidos que o apoiam”.

 

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publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 20 Janeiro , 2011, 07:04

 

 

11h00 – Contactos com a população, concentração junto à rotunda no início da Avenida de Moscavide, Moscavide


13h00 – Almoço com apoiantes na Trindade, Lisboa


16h00 – Descida do Chiado, Lisboa


21h00 – Grande Comício no Coliseu dos Recreios, Lisboa

Com Francisco Louça e António Costa.

 

Vem e traz outro amigo também. Nós somos a força que dá força a Manuel Alegre para irmos à segunda volta.

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 20 Janeiro , 2011, 07:03

Manuel Alegre em Águeda, sua terra natal

 

 

 

Foi com comoção que Manuel Alegre falou às mais de mil e quinhentas pessoas que vieram apoiá-lo no jantar comício de Águeda, “terra dos meus primeiros passos, terra em que aprendi a ler e a escrever”. Recordando em jeito de balanço os “momentos altos e intensos” vividos nesta campanha e “a mobilização do povo de esquerda, que está a levantar-se e a unir-se”, Manuel Alegre lançou um aviso veemente: “Não façam batota, não façam manipulação”, porque “nada vencerá a nossa convicção democrática, nada! nada!”. Reagindo a declarações de Cavaco Silva, que esta manhã disse querer ser eleito à primeira volta para poupar dinheiro ao Estado, Manuel Alegre retorquiu: “Não deixa de ser irónico que depois de ter gasto na Presidência mais 30 por cento que o seu antecessor Jorge Sampaio, venha agora acenar com o argumento da poupança”.

 

“Cavaco Silva diz agora ter pouco apetite pela bomba atómica da dissolução” da Assembleia, disse Manuel Alegre, “mas foi essa a sua principal promessa” nesta campanha. “Será que é dessa promessa e dessa agenda política que o país precisa? A quem verdadeiramente serve” a “crise política grave” anunciada há dias por Cavaco Silva? questionou Manuel Alegre. “Qual é o candidato que dá mais garantias de defesa da estabilidade, de lealdade institucional e de defesa dos direitos sociais consagrados na Constituição?” interrogou, interrompido de imediato pela assistência, que respondeu com entusiasmo “Alegre, Alegre”.

 

“Portugal precisa é de um Presidente que não poupe nas palavras, de um Presidente que não poupe na defesa do interesse nacional, de um Presidente que garanta a estabilidade e a lealdade institucional, de um Presidente que não poupe na garantia dos direitos sociais e sobretudo na integridade e no combate sem tréguas à promiscuidade entre os negócios e a política”, disse Manuel Alegre, novamente muito aplaudido e sintetizando algumas das principais bandeiras da sua campanha. “E também de um Presidente que não tenha medo de ser escrutinado”, lembrou, “e que não adie para depois do dia 23 a resposta às dúvidas e perguntas que lhe são feitas, porque isso é sinal de arrogância”.

 

“Gosto da democracia, gosto do confronto” mas “faço jogo limpo e acima de tudo sou um democrata, sou um socialista e sou um patriota”, reiterou. Garantindo que “nós não baixamos os braços, não deitamos a toalha ao chão”, Alegre destacou a presença a seu lado de José Sócrates, “num momento decisivo da campanha”, elogiando “a determinação e coragem com que tem defendido o interesse nacional e não se tem submetido à ditadura dos mercados financeiros”.

 

Alegre expôs os temas essenciais do seu compromisso eleitoral, desde a defesa da democracia consagrada na Constituição a uma outra visão da função presidencial, inspirada no conhecimento da história, da cultura e da língua portuguesa. “Eu sou um homem tolerante, sou um homem de liberdade, mas não serei um Presidente complacente”, garantiu, explicitando: “Serei absolutamente intransigente na defesa dos direitos sociais e dos serviços públicos que estão na Constituição”.

 

“Aqui, na minha terra, neste chão que me viu nascer, eu digo: nós estamos muito perto da segunda volta”, garantiu, renovando os apelos à mobilização de todos no próximo dia 23, “por Portugal, pela democracia e pelo Estado social”.

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 20 Janeiro , 2011, 07:01

 

 

O secretário-geral do PS afirmou hoje que Portugal precisa de um Presidente da República que fale mais dos seus poderes do que nos dos outros, que seja fator de estabilidade política e confiança e não de descrença.

 

Os recados de José Sócrates foram enviados no jantar comício de Águeda da candidatura presidencial de Manuel Alegre, cuja sala cheia considerou “um bom augúrio” para a noite eleitoral de domingo.

 

Num discurso mais breve do que aquele que proferiu em Castelo Branco, Sócrates apelou ao empenhamento em torno da candidatura presidencial apoiada pelo seu partido e procurou depois traçar diferenças entre Manuel Alegre e outros candidatos a Presidente da República.

 

“O que o país precisa é de estabilidade política, responsabilidade e confiança em si próprio. Precisamos de um Presidente da República que fale de confiança e não de descrença, um Presidente da República que fale de estabilidade política e não de crises políticas, um Presidente da República que promova a unidade e a coesão dos portugueses”, declarou o secretário-geral do PS.

 

Neste contexto, Sócrates salientou que Portugal “precisa de um Presidente da República que fale mais dos poderes e das responsabilidades do Presidente do que dos poderes e das responsabilidades dos outros”.

 

“Precisamos de um Presidente da República que faça aquilo que é indispensável que um Presidente faça: que mobilize as energias dos portugueses, que apele à vontade dos portugueses, que se inspire na nossa História e cultura e faça delas instrumentos para projetar o nosso país”, considerou.

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 20 Janeiro , 2011, 06:59

Manuel Alegre em Santa Maria da Feira

 

 

“Estamos a preparar a segunda volta”, garantiu Manuel Alegre em Santa Maria da Feira, incentivando os seus apoiantes a intensificar a grande onda de mobilização dos últimos dias e a não se deixarem impressionar pelos resultados das sondagens. Alegre acusou o candidato da direita de exercer uma pressão populista e anti-democrática sobre os eleitores ao falar dos custos financeiros se houver segunda volta, considerando que os custos da sua ausência “seriam muito maiores para a democracia”. Num almoço em Santa Maria da Feira, o tom das intervenções iniciais foi marcado pelas críticas ao silêncio do ainda Presidente sobre as questões “incómodas” que continua a não esclarecer.

 

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