publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 16 Dezembro , 2010, 14:27

Manuel Alegre no jantar do Mercado da Ribeira

 

 

 “Não quero ser o Presidente da depressão, quero ser o Presidente da recuperação”, disse Manuel Alegre esta noite num jantar com apoiantes no Mercado da Ribeira. “Este é um momento em que é preciso que a voz do Presidente se faça ouvir”, defendeu, apelando à mobilização de toda a esquerda, mas também aos que votam na direita e querem uma democracia mais justa e solidária, e ao combate aos indecisos e à abstenção nas eleições de 23 de Janeiro, porque “precisamos todos uns dos outros”.

 

Perante uma plateia com mais de meio milhar de apoiantes, Manuel Alegre recordou que “em eleições democráticas não há coroações” nem “vencedores antecipados”. “Não estou aqui para cumprir calendário, estou com todos vós para disputar estas eleições até à vitória, para ganhar estas eleições”. “Precisamos todos uns dos outros”, apelou o candidato.

 

Para Manuel Alegre, no actual momento da Europa e do país, esta crise “não é só económica, é também uma crise de organização social que se está a transformar em crise política”, considerando que “este é um dos momentos em que é preciso que a voz do Presidente se faça ouvir”.

 

“Não quero ser o Presidente da depressão, quero ser o Presidente da recuperação. Não quero ser o Presidente da resignação, quero ser o Presidente da mudança e da esperança”, afirmou, num apelo à ajuda de todos para “dar um sentido concreto à palavra esperança na construção em Portugal duma sociedade mais justa, mais humanista e mais solidária”.

 

“E também não quero ser um Presidente conformista e calado perante o ataque especulativo dos chamados mercados financeiros à nossa economia”, salientou, num discurso onde vincou as diferenças entre o seu percurso pessoal e político e o do actual Presidente: “Não julgo nem condeno ninguém pelo seu passado, mas há uma diferença entre os que lutaram no passado e os que não lutaram. Não é desonra, não é crime, não é vergonha não se ter lutado, mas eu fui toda a vida um lutador político e social – e Portugal precisa na Presidência da República de um lutador político, capaz de defender o Estado democrático e social”.

 

 

 


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