publicado por gondomaralegre2011 | Domingo, 23 Janeiro , 2011, 22:42

Não desistimos de defender valores, causas e projectos.

A utopia há-de-se realizar.

 

Dormiremos conscientes de missão cumprida.

Nesta campanha crescemos, ganhamos muitos amigos por este país fora, e na Europa.

Parabéns,  Nathalie Oliveira  e Aurélio Pinto pelo vosso trabalho junto da comunidade portuguesa. Se outros seguissem o vosso exemplo…  Bem hajam!

 

Obrigado, camarada Manuel Alegre pela tua disponibilidade e pela oportunidade que nos deste de estar a teu lado. Continuaremos a fazer política com alma, coração, amizade e respeito pelo percurso e capacidades de cada um.

 

Obrigado,  a tod@s  os  que deram a cara por esta candidatura. Fizemos história.

 

Outras lutas nos esperam, contamos com  todos!

 

Manuel Oliveira

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 18 Janeiro , 2011, 22:36

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

 

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 22:50

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

  

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 21:39

Eis alguns dos muitos Jovens gondomarenses que apoiam a candidatura do poeta Manuel Alegre para Presidente da República. Junta-te a nós.

  

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 13:48


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 07:33

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

  

  

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sábado, 15 Janeiro , 2011, 23:32

 

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

  

  

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sábado, 15 Janeiro , 2011, 22:12

 

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sábado, 15 Janeiro , 2011, 21:44

 

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

 

 

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sábado, 15 Janeiro , 2011, 06:29

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra.

 

O concelho de Gondomar está com Manuel Alegre porque queremos um Presidente Justo e Solidário! A sua candidatura é a nossa candidatura. Participa  enviando mail indicando nome, profissão, freguesia e foto e/ou endereço facebook e texto de apoio se quiseres, para:

 

gondomaralegre2011@gmail.com

 

Dá expressão à tua voz.

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 23:22

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

 

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sexta-feira, 14 Janeiro , 2011, 10:16

  

Voto, e apelo ao voto, em Manuel Alegre nas próximas eleições, não por razões de disciplina partidária, mas por convicção.

 

As próximas eleições são, mais uma vez, um combate entre esquerda e direita, e eu sempre soube de que lado estou. Do lado da esquerda. O meu voto em Manuel Alegre é o voto no candidato que, do lado da esquerda democrática, está melhor colocado para chegar à segunda volta e nela derrotar o candidato da direita. Anda por aí a ideia de que do lado da direita há um candidato economista, especialista em contabilidade, e do lado da esquerda há um candidato poeta. Em matéria de competência económica e contabilística do candidato da direita, o BPN e os mais de dez anos de governação cavaquista, falam por si. Na nossa Historia de nove séculos não há memória para um único economista, muito menos contabilista. Enquanto em matéria de poetas é importante lembrar que somos o único povo no mundo que escolheu como figura nacional, a quem atribuímos o dia de Portugal, um dos muitos poetas que admiramos.

 

Nesta hora difícil que atravessamos, voto Manuel Alegre também pelo espírito da "Trova do vento que passa" e da "Senhora das tempestades". Bem precisamos desse espírito nesta hora difícil.

 

João Soares

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 13 Janeiro , 2011, 23:51

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quarta-feira, 12 Janeiro , 2011, 01:40

Eis alguns dos muitos Jovens gondomarenses que apoiam a candidatura do poeta Manuel Alegre para Presidente da República. Junta-te a nós.

 

 

 

Se és jovem e vais votar Alegre, mobiliza-te! Vamos mobilizar-nos e mostrar de que lado está a maioria Jovem!

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 11 Janeiro , 2011, 22:59

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

 

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 10 Janeiro , 2011, 14:45

As eleições de 23 de Janeiro são talvez as mais importantes dos últimos anos, elas podem definir o futuro próximo dos trabalhadores e da população.

 

Os trabalhadores devem envolver-se na campanha eleitoral para a Presidência da Republica, pois o tempo que vivemos é de crise, nacional e internacional, é um tempo em não são as pessoas que elegem quem os governa, mas sim os grandes grupos económicos, as personagens indigitadas para a Comissão Europeia em Bruxelas e para o banco central europeu e nenhuma destas figuras responde democraticamente perante os povos.

 

Por isso, as eleições de 23 de Janeiro são talvez as mais importantes dos últimos anos, elas podem definir o futuro próximo dos trabalhadores e da população em geral, pois perante erros, senão mesmo cedências à direita, levadas a cabo nos últimos 5 anos de governação, a direita quer, 37 anos depois do 25 de Abril, ter um governo, uma Assembleia e um Presidente e com isso ajustar contas com os trabalhadores e a Constituição.

 

… …

 

Unir a esquerda, é canalizar os votos para o candidato que defende o sistema social europeu, que defende a integração de Portugal numa Europa que deve estar ao serviço dos povos e não da especulação financeira.

 

Unir a esquerda e derrotar a direita é para nós, representantes dos trabalhadores, votar no candidato que quer uma saída da crise solidária e pela esquerda e esse candidato é Manuel Alegre.

 

 

ANTÓNIO CHORA

 

Texto integral aqui

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 10 Janeiro , 2011, 02:56

A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República Portuguesa é uma candidatura transversal, da qual faz parte gente de vários quadrantes que se reconhece nos valores da pátria, da portugalidade, da liberdade, da democracia, da igualdade e da justiça social. Gondomar, não foge à regra. Eis alguns dos muitos apoiantes, na capital da ourivesaria:

 

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 06 Janeiro , 2011, 13:54

Apresentamos o novo blogue de apoio à candidatura de MANUEL ALEGRE.

Alegro

Eles bem nos dizem:

Estejam caladinhos, falem baixinho, não questionem, não se manifestem, sejam bons alunos. Paguem!

 

Eles bem nos avisam:

Façam tabus como nós, não digam mal dos credores, não contestem. Paguem!

 

Eles não dizem, mas pensam:

Calem-se e... paguem (ponto final)

 

Eles fazem-nos crer que não é preciso eleições porque elas estão ganhas antes de abrirem as urnas. E martelam, martelam, como o miúdo, para que nós deixemos de pensar que só existe o destino que nós quisermos.

 

E nós, meio adormecidos de tanto ser martelados, de tanto pagarmos, quase acreditámos até que a vozinha do ano novo fez ouvir, aos que já estão na barra da direita e aos outros que se lhe irão juntar, que não, que não estamos mortos e que acreditamos que 2011 vai ser muito mais alegre do que aquilo que eles, os dos silêncios e das trevas, nos querem convencer.

Por isso aqui estamos.

 

Pianíssimo, para não passarmos desapercebidos, como acontece nas salas de concerto que calam as tosses para que os instrumentos toquem de mansinho os sentimentos.

 

Luis Novaes Tito

in  Alegro Pianissimo

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 04 Janeiro , 2011, 14:41

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quarta-feira, 29 Dezembro , 2010, 11:04

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 27 Dezembro , 2010, 22:14

As próximas eleições presidenciais são críticas. Primeiro, porque delas dependerá a existência de um sistema de freios e contrapesos do Presidente perante o Governo/maioria parlamentar mais ou menos forte. Segundo, porque desse tipo de contrapeso dependerá a preservação, ou não, do modelo de Estado social tal como o conhecemos hoje. Terceiro, porque na sequência mais ou menos próxima destas eleições iniciar-se-á, provavelmente, um novo ciclo político ao nível governativo, o qual, se não for mitigado, levará muito provavelmente a um modelo de desenvolvimento baseado em (ainda mais) baixos salários, baixos impostos para as empresas e recuo dos serviços públicos.

 

Em primeiro lugar, no nosso sistema de governo o Presidente da República tem funções importantes, designadamente: moderar a acção da maioria parlamentar (via vetos e pedidos de fiscalização da constitucionalidade das leis), funcionando como um contrapeso da mesma, e zelar pelo respeito dos direitos (civis, políticos e sociais) fundamentais dos cidadãos. Esta função de contrapeso foi exercida por Cavaco face à maioria socialista apenas nos domínios dos estilos de vida/valores morais e nas questões institucionais. Se nem face ao Governo socialista Cavaco exerceu qualquer contrapeso na arena socioeconómica, imagine-se face a um governo do PSD... Pelo contrário, se é verdade que Alegre já deu bastantes provas de lealdade face ao seu partido, também é verdade que sempre demonstrou uma grande autonomia face ao mesmo. Na legislatura passada, dois episódios foram reveladores: primeiro, enquanto a situação na educação não superior se deteriorava aos olhos de toda a gente, Cavaco primava pela ausência... Pelo contrário, Alegre sempre lembrou que não há escolas sem professores... e que a democracia não se esgota nas urnas, ou seja, que era preciso negociar... Segundo, aquando da revisão do Código do Trabalho, quando o PS rompia com alguns dos seus compromissos anteriores (na oposição: 2002-2005; na campanha de 2005), designadamente face ao princípio do "tratamento mais favorável", foi Alegre quem divergiu da maioria socialista, não Cavaco...

 

Em segundo lugar, porque da existência desse contrapeso presidencial dependerá a preservação do modelo de Estado social tal como o conhecemos hoje. As pressões para a sua compressão são imensas. Apesar de Portugal ter das mais altas taxas de contratados a prazo e de recibos verdes na UE 27, logo um mercado de trabalho bastante flexível..., as instâncias europeias pressionam-nos para que tornemos ainda mais precários os vínculos laborais... Os mercados internacionais, e os especuladores financeiros que lhes estão associados, querem um recuo das despesas sociais... O partido do actual Presidente, o PSD, apresentou um projecto de revisão constitucional onde propõe uma liberalização dos despedimentos e um recuo significativo do papel do Estado na Saúde e na Educação, logo apontando para uma privatização (pelo menos parcial) destes serviços. Finalmente, os apoiantes de Cavaco querem o recuo do Estado social. Rui Ramos (e o seu discípulo H. Raposo), recentemente convidado para apresentar o último livro de Cavaco, todas as semanas se insurge no Expresso contra o Estado social, contra os "privilégios" dos funcionários públicos, contra os sindicatos e os grevistas, etc. Muitos outros apoiantes, como Daniel Bessa ou Medina Carreira, pugnam no mesmo sentido. Bessa dizia recentemente ao PÚBLICO (9/12/2010) que "a economia está a ser aniquilada pelo Estado social". Logo, Cavaco não tem condições para ser um contrapeso em defesa do Estado social: muitos dos seus apoiantes pressioná-lo-ão para que seja o seu coveiro. Em sentido oposto, pelos seus valores, pelas suas práticas e pelos compromissos recentemente assumidos, Alegre é o candidato mais bem posicionado para defender os serviços públicos nestes tempos difíceis.

 

Em terceiro lugar, na sequência mais ou menos próxima das eleições presidenciais iniciar-se-á, muito provavelmente, um novo ciclo político ao nível do Parlamento e do Governo, sobretudo se Cavaco for o Presidente escolhido... Desse eventual novo ciclo espera-se a aposta num novo modelo de desenvolvimento económico para o país: assente em salários (ainda mais) baixos, redução dos custos com a reprodução do factor trabalho, ou seja, compressão do fornecimento de serviços públicos pelo Estado, e assente sobretudo em baixa fiscalidade para as empresas, etc. (vai nesta linha o projecto de revisão constitucional do PSD; veja-se ainda a entrevista de Maria João Rodrigues ao DN/Bolsa, 10/12/2010). Neste contexto, a existência de um contrapeso social na Presidência da República será mais necessário do que nunca, mas Cavaco (ao contrário de Alegre) nunca o poderá protagonizar. Por tudo isso, estas eleições são tão críticas e a mobilização de todos os que, da esquerda à direita, valorizam o Estado social é tão necessária.

 

André Freire, Politólogo

in jornal “Público” de 27/12/2010

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 27 Dezembro , 2010, 13:41

A esperança não é um território perdido. É possível evitar a sombra do recavaquismo. É indispensável. Não se pode deixar crescer mais a arrogância da direita, banhada por uma tecnocracia economicista, com a qual se julga blindada. Não se pode deixar crescer ainda mais essa direita melíflua, disposta a suportar molemente a vergonha de todos os "diktats", desde que sejam da responsabilidade do que resta de imperial no xadrez europeu, do poder frio do dinheiro ou das sombras autoritárias dos poderes de facto. Uma direita como sempre preparada para balir como um cordeiro perante os predadores internacionais que nos cercam e para rugir como um leão contra o seu próprio povo.

 

Manuel Alegre, Presidente : é uma oportunidade única para um regresso do povo de esquerda à sua enorme força de se mover em conjunto, ao mesmo tempo, para o mesmo lado. É uma oportunidade, não é uma oferta. É um objectivo possível, não é uma certeza. É o oxigénio que todas as esquerdas podem respirar, sem terem que deixar de ser elas próprias.

 

Manuel Alegre, Presidente: é a muralha que nos protegerá dos bárbaros, que, mesmo com os seus ouropéis coloridos e tonitroantes, não conseguem esconder a sofreguidão com que procuram salvar-se, à custa de um retrocesso civilizacional, que começaria por afundar os povos, para depois arrastar na sua voragem o volátil conforto dos senhores.

 

Manuel Alegre, Presidente: não é a oportunidade de um poeta, nem o destino de um combatente. É a oportunidade de o povo de esquerda regressar à sua viagem.

 

 

Rui Namorado

retirado daqui

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quarta-feira, 22 Dezembro , 2010, 11:47

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 20 Dezembro , 2010, 17:52

 

A “razão da força" foi sempre o paradigma do País, desde que tomei consciência da vida pública. A tropa; cumpre-se a ordem e só depois se contesta. A igreja; com um Deus omnipotente e, nunca infinitamente BOM. O estado; sempre "a bem da Nação". Vivi a primavera da vida neste contexto, amaldiçoando os esbirros, e os dirigentes que continham a revolta à custa da "razão da força". A nação consumiu 39 meses da minha vida, como de tantas outras vidas, para combater aqueles que tinham razão e, que defendiam os seus legítimos interesses. A força da razão, único paradigma justo, humanista e solidário, que não se coaduna com quem sacode a água do capote, com quem perante os apertos se silencia, com quem não é capaz de assumir a ruptura com receio de comprometer os seus interesses. É em nome da "força da razão" que estarei com Manuel Alegre, porque sei, no período negro que descrevi, quanta coragem, quanto risco, assumiu em nome da Pátria, que somos TODOS NÓS.

 

Manuel José Frota Antunes

 

  


publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 16 Dezembro , 2010, 19:18

 

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Quinta-feira, 16 Dezembro , 2010, 14:30

Portugal encontra-se numa situação muito difícil – défice orçamental, dívida externa, economia e desigualdades sociais. A esta situação fomos conduzidos por políticas erradas, de diversos governos (de todos os quadrantes), nos últimos 30 anos.

 

Fundamental,agora, é procurar soluções e olhar para o futuro.Contudo, também, é importante saber com quem vamos. Vencer a grave crise exige visão, competência, muita capacidade de decisão, transparência e, particularmente, a credibilização da classe política. Porque a ultrapassagem da crise só se alcançará com a mobilização dos portugueses, dos agentes económicos, sociais e culturais e dos cidadãos em geral. O que pressupõe plena confiança nos responsáveis políticos.

 

Dos políticos no activo, Cavaco Silva é aquele que hà mais tempo desempenha altos cargos na governação e na presidência do país. Cavaco Silva está na política hà 30 anos, dos quais 1 como Ministro das Finanças, 10 como Primeiro Ministro e 5 como Presidente da República. Sobre esse longo percursso de gestão pública e a sua influência na génese dos problemas que hoje o país enfrenta, há muitas questões que interessa esclarecer. Eis algumas:

 

1. É ou não verdade que Cavaco Silva, como Ministro do Plano e das Finanças da AD, em 1980, fez uma política expansionista, em contraciclo, anulando os ajustamentos orçamentais conseguidos pelos Governos PS/CDS e de Nobre da Costa, em 1978/79,  provocando novos défices excecivos e a entrada do FMI, em Portugal, em 1983/85?

 

2. É ou não verdade que Cavaco Silva, como Primeiro Ministro (1985/95), adoptou políticas eleitoralistas, com o desregulamento do sistema remuneratório da administração pública, o aumento do peso do Estado, e défices que ultrapassaram 8% do PIB ?

 

3. É ou não verdade que foram ex- Ministros de Cavaco Silva e pessoas que lhe eram próximas (Oliveira e Costa e Dias Loureiro) os responsáveis pela criação e gestão ruinosa (fraudulenta ?) da SLN/BPN provocando um “buraco” financeiro que vai custar milhões de euros aos portugueses?

 

4. Por exigência de transparência da vida pública, Cavaco Silva deve esclarecer a notícia do Expresso sobre negócio muito lucrativo ( 72 000 contos ?)- para si e familiares -, realizado entre 2001 e 2003, com a compra e venda de acções ( não cotadas ) da SLN. Terá havido  inside information, prática proibida por lei? Por outro lado, sendo Cavaco Silva um especialista em economia e finanças não saberia que o lucro proporcionado não tinha conrespondência em valorização sustentada das acções?

 

5.  Cavaco Silva vem referindo – ultimamente com alguma frequência-, que diversas vezes avisou sobre a má rota económica e financeira que o país vinha trilhando, nos últimos anos. Há dias invocou um artigo que escreveu. Outros avisos terão sido feitos nos discursos protocolares do 25 de Abril e do 5 de Outubro ( suponho eu).

 

Questões:

-Estando o país em perigo de insolvência externa, é através de artigos de opinião e discursos que o Presidente da República actua?

 

- Convocou o Primeiro-Ministro e transmitiu-lhe, atempadamente, essas suas análises e receios?

 

- Dirigiu mensagem à Assembleia da República através da fórmula que a Constituição consagra?

 

- Convocou o Conselho de Estado para o efeito?

 

- Utilizou os poderes que a Constituição lhe confere no que respeita à dissolução da Assembleia e demissão do Governo?

 

Estas são, em nossa opinião, algumas das questões que Cavaco Silva deverá esclarecer para que os portugueses possam ajuizar sobre os méritos da sua recandidatura, capacidades e condições para ocupar o alto cargo da Presidência, nos tempos difíceis que o país vai enfrentar.

 

António Fonseca Ferreira

COES

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 07 Dezembro , 2010, 12:47

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Terça-feira, 30 Novembro , 2010, 13:44

Foto: Mário Cantarinha

 

Para mim e para os que represento, é um dia inesperado. Um dia grande. Um dia grave. Um dia histórico. Um dia único. Um dia alegre. Um dia Manuel Alegre.

 

Dizem que somos poucos. Quem ? Nós, os Portugueses. Talvez… Em particular, ainda no que diz respeito à participação cívica e política. Dizem que somos discretos, pior invisíveis, tanto do lado de origem como no país de acolhimento.

 

O meu compromisso político nasceu da vontade de contradizer esta realidade triste que sei em verdadeira transformação, melhor dito, ouso a palavra revolução. Tranquila mas determinada. Como assim? Comprometi-me para ver um sonho realizado, o sonho de ver os Portugueses plenamente inseridos nas vidas públicas dos seus países. Nas escolas, nas associações, nas freguesias, nas Câmaras, nos Conselhos de todo o género, nas Assembleias da República. Com voz e voz que seja ouvida! Cá e lá.

 

Apesar das inúmeras dificuldades no caminho, o que me espanta e não exagero quando o digo, todos os dias, é a vitalidade do mundo associativo português, a capacidade das segundas e terceiras gerações afirmarem ser e viverem-se como Portugueses. Continua-se a gritar, por aqui e por ali, para conseguir aulas de português, verbas, locais de vida portuguesa no coração das cidades francesas, geminações, portugalidade, até que enfim!

 

Dr. Manuel Alegre, volte a Portugal com a certeza que Portugal também está aqui, em França, e na Europa. Para alguns de nós, desde há mais de meio século. Nenhum país deve ter tantos embaixadores pelos quatro cantos do mundo a ser Portugal.

 

De facto, neste pedaço do meu compromisso político, simplesmente, não me canso de tentar estar à altura desta história do Salto, e desta frase da minha mãe: « Tu não sabes o que chorámos quando deixámos Portugal ».

 

Sim, Dr. Manuel Alegre, veio ao encontro de pedaços de Portugal e aproveito para ler um poema seu que tantos, tantos rodeios fez as nossas vidas. Um poema vindo a luz, em julho de 1964 quando chegou, como tantos dos seus compatriotas, em Paris na Gare d’Austerlitz.

 

Meu Portugal em Paris.

 

Solitário

por entre a gente eu vi o meu país.

Era um perfil

de sal

e Abril.

Era um puro país azul e proletário.

Anónimo passava.

E era Portugal

que passava por entre a gente e solitário

nas ruas de Paris.

 

Vi minha pátria derramada

na Gare de Ausrerlitz. Eram cestos

e cestos pelo chão. Pedaços do meu país.

Restos.

Braços.

Minha pátria sem nada

sem nada

despejada nas ruas de Paris.

 

E o trigo?

E o mar?

Foi a terra que não te quis

ou alguém que roubou as flores de Abril?

Solitário por entre a gente caminhei contigo

os olhos longe como o trigo e o mar.

Éramos cem duzentos mil?

E caminhávamos. Braços e mãos para alugar

meu Portugal nas ruas de Paris.

 

O Canto e as Armas (1967)

 

 

Um homem que escreveu estas linhas, estes versos, à procura dos seus, à nossa procura, sem outras armas do que palavras, no exílio, só pode ser Presidente da República, de Portugal e de todos os Portugueses! Com este poema, disse-nos ter caminhado connosco. Hoje, somos nós, outros filhos de Portugal, filhos destes Portugueses que dizem com orgulho e alegria, aqui, agora, querer caminhar consigo. Ao seu lado, sempre que precisar e, sempre que Portugal precisar de nós. Viva este país « onde a terra se acaba e o mar começa, » « este verde azul cinzento » seu!

 

Viva Manuel Alegre !

 

Viva Portugal !

 

 

Nathalie de Oliveira

 

autarca e coordenadora da secção do PS português em Metz

 

Pontault-Combault, Paris, 28 Novembro 2011

 


publicado por gondomaralegre2011 | Sábado, 27 Novembro , 2010, 20:15

 

 

 

 

Porque o Manuel Alegre está “onde se deve estar, com os seus, pelos seus” tal como o Speedy Gonzalez , um ícone da defesa dos mais frágeis, um ícone da esperança,

 

e porque as campanhas não têm que ser necessariamente “cinzentas”.

 

 


publicado por gondomaralegre2011 | Segunda-feira, 22 Novembro , 2010, 23:25

 

 


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